Agorafobia: o que é, principais sintomas e tratamentos

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Sofre com sintomas de angústia e medo? Pode ser agorafobia. Entenda nesse texto o que é, os principais sintomas relacionados e os tratamentos indicados!

Considerado um transtorno psicológico, a agorafobia é o medo e angústia de estar em um certo tipo de ambiente. Cada paciente tem sua peculiaridade, porém é mais comum o incômodo pelo tamanho e lotação do ambiente.

Só de se imaginar na situação que causa, o paciente pode desenvolver os desconfortos da agorafobia. Comumente associado ao transtorno de ansiedade e síndrome do pânico, os sintomas são parecidos e podem confundir o diagnóstico.

Os aspectos sociais dos pacientes com o transtorno tendem a se modificar bastante, pois a falta de tratamento influencia diretamente na qualidade de vida da pessoa afetada. Situações simples do dia a dia como dirigir longas distâncias, frequentar cinemas, festas, shoppings, restaurantes e até transporte público podem gerar desconfortos e sofrimento.

Principais sintomas da agorafobia

Os sintomas tendem a aparecer em situações de estresse. É normal que ambientes fechados, descampados, desconhecidos ou até ambientes muito cheios causem os sintomas abaixo.  

  • Tontura;
  • Suor excessivo;
  • Boca seca;
  • Falta de ar;
  • Enjoos;
  • Taquicardia;
  • Angústia;
  • Aperto no peito;
  • Baixa auto-estima;
  • Insegurança;
  • Medo.

Diagnosticada como um tipo de ansiedade, a agorafobia é mais comum em mulheres do que em homens atualmente. Associada a síndrome do pânico afeta de 30 a 50% dos casos.

Com pacientes jovens, o transtorno costuma ser desenvolvido perto dos 20 anos e pode se estender por longos períodos. São raros os casos que os sintomas se iniciam após os 40 anos.

Tipos de agorafobia

Separados pela gravidade dos sintomas e em como o paciente consegue lidar com isso, são considerados 3 níveis do transtorno.

Leve

Em sua forma mais branda, o paciente tende a evitar situações que lhe causam os sintomas mas consegue frequentar espaços com algum tipo de esforço. É comum nesses casos que a pessoa vá ao local mas fique perto da porta, por exemplo.

Moderada

Normalmente associada a síndrome do pânico ou transtorno de ansiedade, o paciente com esse nível continua evitando certas situações angustiante mas costuma estar sempre acompanhado de alguém que lhe traga algum tipo de conforto e segurança emocional.

Grave

Pacientes com este nível normalmente não conseguem mais sair de casa, mesmo que acompanhados. A associação ao TAG e a síndrome do pânico nesse caso já é uma realidade.

É importante que as pessoas mais próximas do paciente, como familiares e amigos, ajudem a buscar ajuda e realizar os tratamentos da forma correta.

Tratamentos indicados

As especialidades médicas que devem acompanhar e tratar os pacientes são de psicólogos e psiquiatras.  

O tratamento se inicia, avaliando os principais sintomas do paciente e como isso é limitador em sua vida. Com terapias comportamentais e de exposição, o paciente aprende a lidar com as situações de forma mais consciente e enfrentar o desconforto.

A medicação via oral pode se fazer necessária em casos que o paciente não responde bem as terapias propostas. Podem ser usados ansiolíticos e antidepressivos para melhorar a qualidade de vida da pessoa.

Em casos moderados e graves também é indicado que o paciente faça regularmente atividades físicas relaxantes como caminhadas leves, pilates, yoga e até danças.

Conhece alguém que tem os sintomas e ainda não foi diagnosticado? Compartilhe este artigo em suas redes sociais e ajude um amigo!

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