Boca seca e outros sintomas do vírus HIV, entenda!

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O vírus HIV pode causar diversos sintomas, inclusive boca seca. Entenda neste artigo os principais sintomas, causas e tratamentos!

Vírus que afeta 0,6% da população brasileira atualmente, o HIV é sexualmente transmissível e também é o agente causador da AIDS.

Apesar da confusão que as pessoas costumam fazer, o HIV não é a mesma coisa que a AIDS. O vírus human immunodeficiency virus ataca o sistema imunológico com sintomas simples como da gripe e debilita as células pouco a pouco. Logo após vem a fase de latência que os sintomas costumam “desaparecer” que pode durar anos e só depois é desenvolvido o que chamamos de AIDS.

Enquanto uma pessoa com HIV consegue conviver tranquilamente com o vírus, após o período de incubação, a AIDS surge como doença grave. Os sintomas da AIDS só surgem quando o paciente já está muito debilitado.

A saúde bucal de pacientes portadores do vírus é afetada rapidamente, costuma fazer parte dos primeiros sinais. Através de problemas bucais simples como herpes, feridas gengivais e infecções fúngicas.

Alguns outros sintomas devem servir de alerta no caso de uma possível infecção:

  • Perda de peso;
  • Boca seca;
  • Tosses secas e sem motivo;
  • Manchas brancas na boca ou garganta;
  • Depressão;
  • Perda de memória;
  • Febre constante;
  • Manchas rosas, vermelhas e púrpuras pela pele, boca, olhos e nariz;
  • Pneumonia;
  • Diarréia;
  • Suor noturno intenso;
  • Inchaço nas glândulas linfáticas.

Afinal, porque o vírus causa boca seca?

Estudos apresentam que pacientes soropositivos têm 3 vezes mais possibilidades de desenvolver olhos e bocas secas. A secura das mucosas muito tem a ver com a infiltração linfocitária nas glândulas responsáveis pela produção de lágrimas e saliva.

Por outro lado, é comum pacientes com HIV apresentarem a saúde bucal de uma forma geral bem precária. Na maioria dos casos a xerostomia foi relatada como muito frequente.

A falta de saliva de qualidade estimula as doenças bucais como gengivite, cáries, tártaro e periodontite. Podendo em alguns casos ser necessária a extração dos dentes afetados. Para evitar, o repositor salivar bioXtra deve ser utilizado diariamente: entenda clicando aqui!

Formas de contágio

A forma mais conhecida de contágio é pela relação sexual sem uso de preservativo. O vírus do HIV/AIDS pode ser passado da mãe para o bebê através da gravidez, parto e amamentação. Existem opções de tratamentos muito eficazes para evitar o contágio.

Outras formas comuns de contágio acontecem pela transfusão de sangue contaminado, objetos cortantes não esterilizados, compartilhamento de agulhas ou seringa.

Tratamentos disponíveis para o HIV

Apesar de não existir cura, os tratamentos podem deixar o paciente com o quadro da doença estável. O paciente soropositivo deve sempre cuidar muito da saúde para evitar a piora do quadro.

Os tratamentos para o vírus devem ser receitados e acompanhados por clínicos gerais e infectologistas. Além de um psicólogo para ajudar o paciente a lidar com o peso do diagnóstico.

Antirretroviral

Utilizados junto a uma boa alimentação e exercícios físicos regulares, a medicação antirretroviral é administrada via oral e deve ser usada durante longos períodos. Apesar de contar com muitos efeitos colaterais, ajuda o paciente a ter uma vida longa com saúde.

PEP: Profilaxia pós exposição

Quando o paciente não sabe se foi ou não exposto ao HIV, a PEP deve ser o medicamento administrado. O tratamento diminui as chances de contágio e é disponibilizado gratuitamente pelo sistema único de saúde brasileiro (SUS).

Conhece alguém que é soropositivo e sente a boca seca? Compartilhe esse post com ela!

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