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O Que é Estomatite Aftosa? – Descubra Sua Causa e Como Tratar

 em Causas

A estomatite aftosa trata-se de uma infecção tratada como um desafio, não só para os odontologistas, como também para os gastroenterologistas e para os clínicos.

Com uma prevalência elevada, nem sempre apresenta resposta terapêutica positiva ao tratamento.

Quando esta patologia acomete o paciente por mais de uma vez, damos o nome de estomatite aftosa recorrente ou Síndrome de Sutton.

É notável que suas lesões podem surgir de maneira espontânea ou após algum trauma, por mínimo que seja.

Além disso, foi constatado que além do trauma, outros fatores como o estresse e consumo de determinados grupos alimentícios (como produtos à base de glúten, chocolate ou produtos condimentados) podem contribuir para o aparecimento da estomatite aftosa.

Mas e aí, ficou curioso (a) para saber mais sobre esta condição?

Continue com a gente para entender como surge a estomatite aftosa e para saber como tratá-la.

Como pode ser classificada a estomatite aftosa?

Esta condição classifica-se de acordo com o tamanho das lesões, que podem ser:

Estomatite aftosa de forma menor

Esta é a forma mais recorrente, podendo estar presente em até 80% dos casos.

As lesões, neste caso, podem ser múltiplas ou pode ser uma única lesão de poucos centímetros ou diâmetro menor e podem ser um pouco dolorosas.

Este tipo de lesão é comum que apareça nas mucosas bucais, nos lábios e no palato mole.

Podem desaparecer de maneira espontânea, dentro de duas semanas e não deixam cicatrizes nos locais onde se instalam.

Síndrome de Sutton, ou estomatite aftosa de forma maior

Esta é a segunda forma mais comum de estomatite aftosa.

Neste caso, as lesões que aparecem costumam ser maiores que um centímetro de diâmetro.

A cicatrização ocorre de maneira mais lenta, podendo levar até duas semanas com risco de cicatrizes posteriores.

Esta lesão se difere das lesões causadas na estomatite aftosa de forma menor no que diz respeito aos locais onde pode aparecer, pois esta pode surgir em qualquer local da mucosa bucal.

Forma Herpetiforme

Este tipo de lesão é o mais raro, e as úlceras que aparecem são mais puntiformes e múltiplas.

Também acometem qualquer região da mucosa bucal e pode desaparecer dentro de 14 dias, sem deixar cicatrizes.

Diagnóstico da estomatite aftosa

O diagnóstico é realizado com uma anamnese detalhada da cavidade bucal. Históricos de traumas com aparelhos ortodônticos, dentes ou próteses quebradas também devem ser levados em consideração ao fazer o levantamento.

Históricos pregressos de Doença de Crohn, Doença Celíaca ou de Behçet devrão ser excluídos por não apresentarem nenhum tipo de relação.

Se o paciente for fumante, não é comum apresentar estomatite aftosa por ter a mucosa bucal mais espessa.

Neste caso, deve-se avaliar deficiências de vitamina B12, imunossupressão, deficiência de ferritina, pois tudo pode contribuir para o aparecimento da ulceração.

Os exames da cavidade oral podem mostrar com mais clareza as lesões, que podem ser arredondadas ou ovaladas, na mucosa, palato e no dorso da língua.

As bordas das lesões podem estar hiperemiadas, e algumas podem ser de tamanho maior com o fundo esbranquiçado e às vezes, apresentar aspecto necrótico.

Feito o diagnóstico, inicia-se a intervenção terapêutica. Se houver alguma deficiência de cunho nutricional, a mesma deverá ser corrigida e, se o paciente apresentar doença celíaca, uma dieta sem glúten deverá ser iniciada com o acompanhamento profissional adequado.

Opção para a intervenção terapêutica da estomatite aftosa

A ozonioterapia é uma opção extremamente eficiente na intervenção terapêutica da estomatite aftosa.

O ozônio é oxidante e consegue reagir com os ácidos graxos presentes na parede celular dos microrganismos causadores da úlcera.

Agem lesando a parede celular, diminuindo assim o poder da infecção causada pela lesão aftosa. O ozônio age com o foco diretamente na mitocôndria da célula problemática, aumentando a produção de ATP da mesma.

Isso faz com que o metabolismo celular seja acelerado imediatamente, agindo na cicatrização e nos reparos das inflamações.

Além disso, o ozônio possui poder bactericida e fungicida, reforçado por diversos pesquisadores da área.

Para ser utilizado no tratamento da estomatite aftosa, o gás deve ser incorporado ao óleo utilizado no tratamento medicamentoso, para agir diretamente sobre a lesão, liberando os agentes terapêuticos.

Outras opções para serem utilizadas na intervenção terapêutica, são: laserterapia, reposição de vitamina B12, ácido fólico, Zinco e antifúngicos (separadamente ou associados com alguma pomada).

E então, aprendeu um pouco mais?

Podemos perceber com este artigo que a estomatite aftosa vem se tornando cada vez mais recorrente e é uma infecção muito prevalente.

Esclarecemos suas dúvidas sobre o tratamento da estomatite aftosa e sobre o que se trata este tipo de inflamação?

Se suas dúvidas a respeito do assunto tratado persistirem, entre em contato conosco no site para um maior esclarecimento ou adquirir nossos produtos que irão te auxiliar numa excelente escovação e manter seus dentes sempre limpos e sua boca sempre saudável.

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