Transtorno do pânico: sintomas, principais causas e tratamentos

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Transtorno que causa crises inesperadas de medo e desespero. Leia e descubra o que é transtorno do pânico, seus sintomas, principais causas e tratamentos!

O transtorno do pânico é um dos tipos de ansiedade e se caracteriza por um conjunto de sentimentos principalmente medo e desespero. Os ataques causam a impressão para o paciente de que está ficando louco, perdendo o controle ou morrendo.

As crises de pânico atingem o ápice de sua intensidade em até 10 minutos e podem surgir em pessoas que não sofrem com nenhum distúrbio psíquico e até se tratar de um fato isolado.

Sintomas do transtorno do pânico

  • Falta de ar;
  • Sensação de sufocamento;
  • Suor excessivo;
  • Tremores;
  • Medo da morte;
  • Enjoos;
  • Dores no peito;
  • Formigamentos;
  • Crises de choro;
  • Dissociação da realidade;
  • Despersonalização;
  • Tontura;
  • Boca seca;
  • Palpitações;
  • Calafrios ou ondas de calor;
  • Dormência de partes do corpo.

O clima de tensão que a síndrome causa, pode desencadear outros problemas psicológicos como o transtorno de ansiedade generalizada, agorafobia, depressão, transtorno obsessivo-compulsivo e estresses.

Principais causas

A causa do transtorno do pânico é desconhecida pela ciência, porém são apontadas algumas situações que podem em conjunto causar o desconforto.

Estudos revelam que os sintomas do transtorno do pânico fazem parte da reação natural do corpo em situações de perigo, porém desencadeados em momentos inapropriados.

Causas externas também podem contribuir para um quadro inicial da síndrome, essas podem ser: estresses frequentes, mudanças no dia a dia da pessoa, genética e quem tem pouca paciência.

Como obter o diagnóstico?

O diagnóstico deve ser feito por um psiquiatra e/ou psicólogo que acompanha o caso, além de ser necessário uma série de exames para checar a saúde do paciente e descartar as chances de outra condição.

Os sintomas da síndrome podem ser confundidos com os sintomas de hipertireoidismo, epilepsia e hipoglicemia.

É altamente comum pacientes procurarem por atendimento médico em emergência pois sentem como se tivessem infartando ou enlouquecendo.  

Com maior incidência em adolescentes e jovens adultos, o transtorno do pânico também tem mais casos em mulheres do que de homens, pois as alterações hormonais no período fértil contribuem para tal. Mesmo fora do grupo de risco, crianças, adultos depois dos 30 e idosos também podem ser diagnosticados com o problema.

Tratamentos

O tratamento deve ser feito apenas em casos que o paciente sofre com ataques de pânico com curtos intervalos, pois seu dia a dia, relacionamentos e profissão podem ser afetados negativamente.

Nestes casos, o paciente deve fazer uso de medicação antidepressiva para tratar os sintomas e evitar novos picos. O uso da medicação pode ser apenas por um curto espaço de tempo ou por longos períodos (a suspensão deve sempre ser feita gradativamente).

A outra parte do tratamento deve ser feita com psicólogos, para pouco a pouco aprender a melhor maneira de lidar com as crises.

Pacientes que têm longos intervalos entre uma crise e outra, ou tiveram apenas um episódio isolado, não devem realizar o tratamento via oral. O apoio de um psicólogo é importante para entender o que pode ser o gatilho do transtorno e trabalhar em cima disso.

Sofre com o transtorno do pânico ou conhece alguém que luta contra? Deixe seu relato abaixo e compartilhe com seus amigos!

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