Tudo que você precisa saber sobre a osteoporose. Descubra!

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Condição que causa o enfraquecimento dos ossos do corpo. Veja neste artigo o que é osteoporose, grupo de risco, sintomas, diagnóstico e tratamentos!

Considerada uma doença metabólica sistêmica, a osteoporose afeta diretamente os ossos do corpo, causando fraqueza e fraturas. A condição acontece quando o corpo não forma o osso de forma suficiente ou quando o material ósseo começa a ser absorvido pelo próprio corpo de forma errônea.

Os ossos, assim como qualquer tecido do corpo precisa ser saudável e se remodelar constantemente para ser funcional. Com os ossos sem a renovação devida ficam finos e frágeis, deixando a pessoa sujeita a fratura.

A osteoporose é uma doença comum e conta só no Brasil com cerca de 2 milhões de casos por ano. Por ser uma doença sem sintomas aparentes é comum a descoberta apenas depois de alguma lesão ou fratura.

Grupo de risco

Pessoas com uma série de características tem maiores chances de apresentar osteoporose em algum momento da vida. Porém, a doença costuma ser mais comum em mulheres com as mesmas condições e estilo de vida.

A estimativa é que a cada 6 mulheres, existe 1 homem com a doença.

  • Pessoas acima de 50 anos;
  • Fumantes;
  • Sedentários;
  • Diabéticos;
  • Familiares com a doença;
  • Portadores de disfunções na tireóide;
  • Consumidores de bebidas alcoólicas;
  • Mulheres na menopausa;
  • Pouco consumo de cálcio na fase de crescimento;
  • Alto consumo de corticóides;

Homens e mulheres orientais ou com descendência também tem maiores chances de desenvolver a doença após os 50 anos.

Sintomas da osteoporose

A doença costuma ser silenciosa e não expressar sintomas anteriores. Casos da doença já avançada podem apresentar sintomas como:

  • Postura curvada para frente;
  • Diminuição na estatura;
  • Dores no pescoço;
  • Dores na região lombar;
  • Sensibilidade e dor nos ossos.  

Como é feito o diagnóstico?

As especialidades médicas responsáveis por diagnosticar e tratar a doença são: reumatologista, ortopedista, endocrinologista, fisiatras e geriatras.

Por ser uma doença sem sintomas aparentes, o diagnóstico normalmente é feito apenas depois de uma fratura ou trauma. Os locais mais comuns são no punho, coluna, fêmur e colo do fêmur.

Para confirmação é recomendado uma bateria de exames clínicos. A radiografia pode investigar se existem microlesões e como estão os ossos. Já a densitometria óssea é o principal exame, pois avalia a densidade dos músculos e ossos, dando uma informação mais completa da “qualidade” real dos ossos.  

Tratamentos indicados

O tratamento começa pela alimentação, suplementando a perda de cálcio e de vitamina D. O objetivo é conter ou pelo menos retardar a perda de massa óssea. Nesta fase é recomendada a alta ingestão de leite e derivados, salmão, linhaça, sardinha e nozes.

É indicado também que a pessoa pratique exercícios físicos regulares. Em casos de lesões recentes a fisioterapia deve ser aliada a atividades de baixo impacto como a hidroginástica. Casos que o paciente não sofreu com nenhuma fratura podem ser mais abrangentes e dependem dos gostos da pessoa.

O uso de medicamentos via oral são capazes de conter a degradação dos ossos, aumentar a massa óssea na área da coluna e quadril e desacelerar a degradação dos ossos. Fazendo o corpo se regenerar com maior tempo e menor risco de fraturas.

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